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| A JANELA DA HISTÓRIA |
A história da janela Que agora vos vou contar, É uma história que revela Algo fora do vulgar.
Pois não é uma janela Só de se abrir e fechar, Mas uma coisa daquela Que é mesmo de impressionar!...
Porque parece uma montra Capaz de nos revelar Tudo aquilo que se encontra Para além do nosso olhar…
Ou quem sabe um par de óculos Do que nos faz enxergar O que nem mesmo os binóculos São capazes de alcançar…
Tal e qual uma moldura A envolver a paisagem, Como se fosse a pintura No esplendor da sua imagem!...
Semelhante à uma tampa Da caixa que foi construída, Edificada na rampa Da corda bamba da vida.
Na parede onde se escora, A janela é que separa O que é de dentro e de fora, Tornando a caixa mais clara.
Entretanto essa fronteira Que é a janela afinal, Não é de alumínio ou madeira, Mas doutro material.
É feita de PVC, Pró calor ser absorto, Causando como se vê Mais bem-estar e conforto.
Se ela estiver fechada, Barulho também não entra E no escritório ou morada, O silêncio se concentra.
Para além do tratamento Do mais moderno ao mais rústico, Propicia o isolamento Tanto térmico, quanto acústico.
Por isso é especial, Não é uma janela comum; Em exclusivo mundial A janela 1.61 !!!
Thomas Bakk |
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